O que Itaguara compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Itaguara compraram US$ 93,7 mil de outros países. É 27.451% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 340.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 378 cidades de Minas Gerais que importaram, Itaguara ficou em 248º lugar. No Brasil, em 1.837º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Máquinas e aparelhos, para trabalhar borracha ou plástico ou para…14 toneladasUS$ 59,7 mil64%
- 2Polímeros de etileno, em formas primárias27 toneladasUS$ 34 mil36%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 93,7 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2024US$ 110,3 mil
- 2025US$ 340
- 2026 (até setembro)US$ 93,7 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Itaguara
Quanto Itaguara importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Itaguara (MG) compraram US$ 93,7 mil de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Itaguara mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Máquinas e aparelhos, para trabalhar borracha ou plástico ou para… (64%), Polímeros de etileno, em formas primárias (36%).
De quais países Itaguara mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.